terça-feira, 7 de abril de 2009

Conversas Subliminares (parte I)

Átila era um garoto muito tímido e com sérias tendências anti-sociais. Porém um acidente no supermercado mudou sua vida...
BAM!
-Ai! Me desculpe!( Desculpe!)
-Não, tudo bem. Não foi nada.(Ahh sua burra como você não me viu?)
-Eu não vi você passando, e como deu pra perceber...eu estava um pouco distraída hehe(porque você estava empacado com essa porcaria na minha frente?)
-Na verdade eu também estava meio distraído olhando os preços.(Eu estava mesmo era olhando para os seus seios.)
-Qual o seu nome?(É..pensando bem ele é bem bonitinho...)
-Átila. E o seu?(Essa gostosa tá me dando mole?)
-Jéssica.(Pede logo meu telefone!)
-Muito prazer.(Sai comigo vai?)
-Bom eu preciso ir...(Me convida pra um café seu bundão)
-Espera! Err...você quer tomar um café comigo?(Volta aqui!)
-Ah...pode ser vai.(Mas só se você pagar...eu tô sem nenhum.)
-Deixa que é por minha conta.(Já peguei!)

continua...

segunda-feira, 9 de março de 2009

O Último Bar

Alguém por aí já se perguntou o que aconteceria com o mundo se por acaso os bares e botecos entrassem em extinção?
Com alguma inspiração em um dos meus grandes ídolos, Homer Simpson eu afirmaria prontamente sem titubiar:" É o fim da humanidade como a conhecemos! Imaginem só, encarar a realidade nua e crua sem uma boa e gelada cerveja?Ter que aceitar a vida infeliz que tenho, aturar as crianças pedindo presentes que eu não posso dar e ter realmente que ouvir minha esposa reclamando da vida enquanto tento assistir televisão. Tudo isso sóbrio? Eu prefiro morrer!"
Mas talvez eu visse o lado positivo da coisa: "E se eu montar um bar? Ficarei rico! É só aprender a fazer a birita em casa!"
No meu bar todos entrariam simplesmente para ficarem bêbados a medida em que eu fico rico. Lógico que eu teria um certo trabalho para dar conta do recado, mas valeria a pena. No meu bar todos seriam bem vindos para despfrutar dos prazeres de fugir da realidade...com todos esses vizinhos chatps e patrões ambiciosos...
Então meus caros, se por algum acaso os bares entrarem em extinção...venha para o meu bar apreciar o doce sabor do álcool...a causa e a solução de todos os problemas.

segunda-feira, 2 de março de 2009

As Aventuras de Um Headbanger no Litoral - Parte Final

"Vem coisa gostosa rebolando o popozão,
chacoalhando a bundinha junto com o batidão,
requebra requebra comigo junto no salão,
vai descendo vai descendo até chegar no chão."

* o headbanger em questão nunca mais foi o mesmo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

As Aventuras de Um Headbanger no Litoral (parte II)

Estava eu sentindo a areia entre os dedos enquanto deliciava meus ouvidos com o som das ondas, quando meu transe foi abruptamente interrompido por um ruído feito de batidas cadenciadas acompanhadas por uma voz que insistia que eu dançasse a "Dança do Titanic".
A partir desse momento o dia foi de mal à pior...tentaram me vender redes...água de côco e saídas de banho. Logo a praia foi ivadida por farofeiros e a minha paradisíaca sensação de paz foi pro saco, o meu humor foi pro saco...enfim, fiquei com o saco cheio (de areia)e resolvi ir embora. Restavam pela frente mais 5 dias...

fim da parte II

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

As Aventuras de Um Headbanger no Litoral (parte I)

Bom...como toda volta de férias vem com uma redação sobre como foram as férias...aqui vai a minha:

"As Aventuras de Um Headbanger no Litoral"

As férias chegaram e como todo bom "metaleiro" eu estava em casa ouvindo algumas guitarras distorcidas e bumbos duplos ao som de guturais indecifráveis para os meros mortais fãs de axé music. Estava tudo indo muito bem até o meu computador resolver pifar de vez e eu ficar sem as minhas discografias de metal favoritas. Restava vegetar em casa matando zumbis (minha atividade favorita) e salvando o mundo de desastres nucleaes em meio a escuridão que envolve meu quarto quase sempre, o que contribui para que eu seja um tanto quanto branco mesmo sendo moreno por natureza.
Definitivamente, a praia não é um lugar para os apreciadores do heavy metal!
Primeiramente a julgar pelo público que frequenta as praias, geralmente são pessoas extremamente bronzeadas, que jogam frescobol e escutam axé/funk/pagode/reagge a beira mar junto com suas marmitas de farofa.
E Foi justamente no primeiro dia que finalmente entendi porue diabos o Pedro Bial tanto repetia: "USE FILTRO SOLAR".
fim da I parte

* Relato fictício